A Tintas Iquine anuncia Caroá, um tom verde suave e caloroso, e Jatobá, um verde escuro e profundo, como suas Cores do Ano para 2027. A escolha das tonalidades é fruto de um estudo conduzido em parceria com o escritório inglês Studio Justine Fox, consultoria internacional reconhecida por conectar psicologia das cores, comportamento, arquitetura e cultura em processos que antecipam tendências globais. Em sintonia com as aspirações contemporâneas de expressão pessoal e autenticidade nos espaços, a Iquine define o Maximalismo Curado — traduzido como “um exagero organizado” — como o pilar estético central para o ano.
A revelação é marcada pela celebração da expressão viva e da pluralidade brasileira. “O Brasil é vasto e rico demais para ser traduzido em uma única cor. Escolhemos duas tonalidades porque acreditamos na força dos contrastes e na harmonia da nossa diversidade”, explica Leonardo Vasconcelos, diretor comercial e de marketing da Tintas Iquine. “A nossa intenção é convidar o público a se reconectar com as suas raízes e levar para dentro de casa uma atmosfera viva, acolhedora e cheia de história”, complementa.
Biomas brasileiros inspiram as Cores do Ano

As duas Cores do Ano 2027 estabelecem um diálogo sobre a resiliência nacional: a capacidade de florescer mesmo no árido e a força de raízes profundas. Essa escolha de duas tonalidades complementares reflete a própria essência do Maximalismo Curado, que busca a harmonia na abundância e na curadoria cuidadosa de elementos da natureza brasileira.
- Caroá: a tonalidade é inspirada na planta de mesmo nome, uma espécie nativa do bioma de Caatinga do Brasil, que se destaca por sua força ao crescer e florescer no solo seco e sob o sol intenso do semiárido. Essa planta, cuja fibra é historicamente utilizada por artesãos na confecção de artefatos e redes de pesca, simboliza a singularidade e a engenhosidade brasileiras.
- Jatobá: presente na grandiosidade da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica, a tonalidade é sinônimo de enraizamento seguro, força natural e acolhimento. Jatobá surge como uma resposta de conforto à crise global de solidão, oferecendo uma base repousante e acolhedora para os espaços contemporâneos.
Paletas complementares
Para desdobrar essa visão em escolhas reais de decoração, a Tintas Iquine estruturou suas paletas complementares sugerindo proporções de como harmonizar as tonalidades nos ambientes. A primeira delas, batizada de Pedra e Brisa, inspira-se em paisagens florestais costeiras e aposta na clareza e na calma mineral para criar um espaço cognitivo livre de desordem visual. A cartela reúne tonalidades suaves como o azul de Parecis, o frescor cinza-esverdeado de Tororó, a névoa profunda de Galena e a leveza clara de Marujada.

Já a paleta Terra e Traço celebra o modernismo tropical, trazendo a solidez da terra por meio de tons terrosos, quentes e profundos. Sendo a tradução cromática mais expressiva do maximalismo curado na proposta, essa composição envolve cores vibrantes como o amarelo luminoso de Manga, o calor sensorial de Cravo e as profundezas de argila presentes em Caipora e Jaqueira.

Por fim, a paleta Canto e Calor traduz a energia cultural do país, desde a vivacidade do forró até os rodopios do samba. Sendo uma combinação de vibração e contrastes ativos, ela traz em sua composição tons marcantes como o rosa de Açucena, o vermelho profundo de Forró e o azul-turquesa de Praia do Francês.













































