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Cada década é caracterizada por seu próprio conjunto de tendências e paletas de cores – afinal, você não se lembra de quando o rosa millennial estava na moda há apenas alguns anos?

Quando você imagina sua casa de infância (ou a casa de seus avós), as lembranças de uma geladeira cor de abacate ou azulejo de banheiro salmão vêm rápido à mente? Pois é, isso acontece porque cores como essas contam uma história e refletem momentos específicos no tempo.

E agora, prepare-se para outra viagem pela memória, porque reunimos aqui os tons dominantes do século passado e dicas sobre como usar algumas dessas paletas populares de décadas passadas sem parecer datado. Curtiu a ideia? Confira tudo abaixo:

1920: Neutros inspirados na natureza

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Verdes, beges e cremes deslumbravam os bangalôs e casas de artesãos da década de 1920.

Décor 1920

“Esta foi uma época em que a sociedade estava se sentindo muito livre, e as pessoas estavam explorando a moda de uma maneira totalmente nova”, diz o designer Philip Thomas Vanderford, do Studio Thomas James.

Pense menos na formalidade e mais em abraçar as coisas no estado natural.

1930: Tons de joias Art déco

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Marcos do estilo Art Deco, incluindo o Chrysler Building e o Empire State Building, fizeram sua estreia durante a década de 1930, e tons de jóias Art Deco – como vermelhos, amarelos e azuis turquesa – estavam presentes ao lado de detalhes metálicos.

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“Acho que os detalhes em preto e prata desta época são fortemente influenciados por essa era industrial”, diz o designer Bryan Yates, da Yates Desygn. “A década de 1930 também foi uma época de grandes dificuldades para muitos, e os tons ousados ​​dessa época parecem quase rebeldes.”

1940: Tons modernos e simples

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Brancos, cremes e pastéis empoeirados eram proeminentes quando a Segunda Guerra Mundial finalmente chegou ao fim.

“Acredito que a paleta de cores suaves da década refletiu a paz e a serenidade que todos finalmente sentiram”, diz Yates. Por outro lado, talvez a estética fosse simplesmente uma reação à ousadia da década anterior.

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“Sempre que a sociedade ou o estilo vão fortemente em uma direção, como vimos com os tons de joias nos anos 30, o pêndulo sempre oscila para o outro lado”, comenta Vanderford. “Esta foi uma época em que a sociedade começou a explorar formas mais modernas de arquitetura, e a guerra exigia que todos se tornassem mais eficientes.”

1950: Pastéis doces

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Candy Colors estavam na moda na década de 1950, e tons pastéis, como rosa, turquesa e oliva, entraram em cena com força total em residências e empresas – até utensílios de cozinha entraram nessa ação colorida.

A designer Annie Elliott, da Annie Elliott Design, diz que um tom escuro também pode ajudar a fundamentar essas cores doces e torná-las mais atuais.

Cozinha 1950

“Por exemplo, o turquesa claro fica fabuloso com marrom chocolate ou vermelho, e o rosa é sempre ótimo com um verde-oliva escuro”, observa ela. Alternativamente, considere combinar esses tons com um branco forte. Como Elliott afirma: “Usar menos cor e mais branco faz com que os pastéis pareçam frescos e novos”.

1960: Tons Mid-Mod Groovy

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Cores psicodélicas como verde abacate, preto e branco se estenderam além do mundo da moda na década de 1960; eles apareciam nas paredes, móveis e tecidos também. Se você gosta de cores, mas não gosta de fluorescentes, simplesmente “diminua o brilho um pouco”, aconselha Elliott. “Você ficará surpreso com quantas cores você pode usar”.

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Décor 1960

Alternativamente, manter seus bens e móveis neutros e optar por detalhes vibrantes é outra abordagem viável e contemporânea.

1970: Neutros terrosos

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O ouro, a mostarda, a ferrugem, a abóbora e outros marrons terrosos chegaram às casas dos anos 70, onde, após a Guerra do Vietnã, eles também reivindicaram eletrodomésticos como geladeiras e acessórios instalados, como piso e azulejos do banheiro.

Décor 1970

“Enquanto as cores psicodélicas dos anos 60 eram divertidas e borbulhantes, o que as pessoas realmente precisavam era de uma casa que representasse calma e relaxamento”, observa a designer Malka Helft da Think Chic Interiors. Detalhes de plástico, que fizeram ondas nos anos 60, não eram mais novidade e, portanto, “as pessoas estavam prontas para retornar à natureza”, acrescenta Helft.

1980: Cores primárias pós-modernas

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Os anos 80 foram, em parte, caracterizados por azuis, amarelos e vermelhos inspirados em Memphis, bem como um bando de tons neon. “O design estava seguindo as mudanças sociais da época com mais aceitação de itens não convencionais e incompatíveis se unindo para criar um conceito de design coeso”, diz a designer e especialista em cores Kristin Bartone, da Bartone Interiors.

Décor 1980

Bartone acredita que cores primárias fortes estão sempre na moda e podem ser usadas para envernizar móveis ou como opções de estofamento. “As pessoas ainda querem esse ‘sacudir’, mas em pedaços menores”, diz a especialista em cores e designer têxtil Lori Weitzner.

1990: Belos beges

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A década de 1990 foi toda sobre as cores da Toscana: beges, sálvias, terracota e vermelhos terrosos, o que marca um forte contraste com o vigor da década anterior. “As McMansions chegaram – e com elas, a saudade da elegância rústica e das cores neutras e naturais do campo italiano”, explica Weitzner.

Décor 1990

Hoje, Bartone continua a incorporar esses tons nos espaços serenos de seu projeto, incluindo quartos e banheiros. “Esses tons terrosos são calmos e calmantes e podem ser usados ​​em uma variedade de materiais”, diz ela. “Gosto de vê-los em seu estado natural de materialidade, como em pisos de pedra natural ou bancadas de granito.”

Anos 2000: Marrons e azuis

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Os azuis inspirados nos spas e nas férias eram onipresentes nos anos 2000, enquanto os beges começaram a dar lugar aos marrons mais escuros. Acabamentos em madeira marrom ainda estão em voga hoje, observa o designer Layton Campbell da JLayton Interiors.

Décor 2000

“Considere um azul spa para um tecido de linho ou bouclé, adicionando textura, mas com cores fáceis e alegres”.

Annie Sloan, especialista em tintas e cores e criadora do Chalk Paint, sugere incorporar esses tons ao lado do que ela chama de tom “disruptivo” – pense em rosa choque, laranja vibrante ou verde brilhante.

2010: O auge do cinza

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Cinza era o nome do jogo no início de 2010. Mas no final da década, as coisas começaram a se iluminar, com tons de menta e rosa aparecendo. O cinza surgiu como uma alternativa aos tons de bege da década de 1990, explica a designer Sara Hillery, da Sara Hillery Interior Design.

“Como designers e consumidores apreciavam o conforto do bege, eles começaram a buscar um pouco mais de variedade”, diz ela.

Décor 2010

O cinza pode ficar excelente em espaços modernos e tradicionais, diz o designer Ahmad AbouZanat, do PROJECT AZ. “Experimente um look monocromático com vários tons de cinza, ou opte por outros tons mais quentes”, sugere.

AbouZanat também gosta de utilizar o cinza como plano de fundo ao permitir que as cores de destaque brilhem. A designer Linda Hayslett, da LH Designed, usa cinzas com menta e rosa em seus próprios projetos, até hoje.

* Via Apartment Therapy

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