Cobogó: 62 Dicas para Deixar a Casa Mais Iluminada
O que é Cobogó e para que serve
Cobogó é um tipo de tijolo vazado, feito de diversos materiais. Com três funções principais: fechar ambientes mantendo a ventilação e a entrada de luminosidade; criar divisórias; e embelezar a decoração da casa ou do apartamento
–Ucha Aratangy/Casa.com.br
Decoração com cobogó
Eles se apresentam em uma variedade de materiais, permitida pelas possibilidades de instalação ampliadas. Podem ser compostos, por exemplo, por gesso, vidro, cerâmica ou madeira, em uma infinidade de formas e cores. Por isso, usar esse tijolo vazado na decoração é muito fácil, uma vez que ele está disponível em tantas variedades.
–Divulgação/CASACOR
Vantagem de usar cobogó na decoração
Peça arquitetônica funcional, o elemento construtivo traz grandes benefícios, como a entrada de luz e ventilação natural nos ambientes, mas sem esquecer da privacidade.
Tipos de Cobogó
Cobogó de Cimento
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Apesar de serem de baixo custo, o cobogó de concreto ou cimento não apresenta grande variedade de desenhos e têm um aspecto mais bruto.
Cobogó de MDF
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Para usar cobogó de MDF, é necessário ter cautela para não o expor ao clima e evitar o contato com a água, devido a fragilidade desse material.
Por possuírem pouca resistência e serem mais propensos a manchas ou deformações, os cobogós de gesso são indicados apenas para para ambientes internos e que não tenham contato com água.
Cobogó de Vidro
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Também conhecidos como blocos de vidro, esse tijolo de vidro vazado é mais frágil e normalmente é usado em ambientes onde é necessário explorar a claridade, sem deixar passar a ventilação natural, bloqueando ventos fortes, chuva ou odores.
Cobogó de Cerâmica Esmaltada
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Considerado o mais versátil entre todos os materiais, o cobogó de cerâmica esmaltada pode ser usado tanto em ambientes externos, como em internos. Isso se dá devido a sua alta resistência, que não absorve umidade e apresenta uma superfície de fácil limpeza. Além da durabilidade, possui uma infinidade de formas e cores, com destaque para o alto brilho do esmalte e ótimo custo x benefício.
Veja como você pode usar o Cobogó
Cobogó para fachada de casas
–Jadiel Tiago/Divulgação
Cobogó para quarto
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Cobogó para banheiros
–Reprodução/Minha Casa
Cobogó para hall de entrada
–Cadu Menezes/Arquitetura & Construção/Reprodução
Cobogó para cozinha
–Joana França/Casa.com.br
Quanto custa um Cobogó
Os cobogós não são difíceis de achar e estão disponíveis no mercado por valores a partir de 2 reais, em MDF e argila ou barro, e podem chegar até 545 reais, nos modelos de cerâmica esmaltada.
Veja mais inspirações de Cobogó
Os novos modelos e cores dos cobogós da Manufatti são alguns dos lançamentos da feira. “Adoro elementos vazados porque eles permitem dividir ambientes mantendo a iluminação e circulação do ar”, conta.
(ReproduçãoCasa.com.br)
No Home Theater de Letícia Telles e Fabiana Rocha, destaque para a marcenaria planejada para abrigar o equipamento de vídeo e som, feito em laminado de alto brilho. De parede a parede e do piso ao teto, o móvel abre espaço para acolher também os pufes, os livros e outros objetos decorativos, além dos back lights criados pela artista plástica Cris Araújo, com personagens icônicos do cinema. Na parede ao lado, revestimento cerâmico de cobogós desenhado pelas profissionais.
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Para delimitar o jardim sem isolá-lo do escritório, as arquitetas Andrea Ceconello e Juliana Corradi, de Santo André, SP, recorreram ao modelo de concreto Muxarabi (39 x 39 cm) pintado de tinta acrílica preta fosca. Da Neo-Rex, a unidade custa R$ 13,63.
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Casa Cabral Cozinha Mineira. O jeito mineiro de receber inspirou este espaço, que resgata lembranças de uma família tradicional nos objetos expostos. Cobogós, ladrilhos hidráulicos e madeira de demolição ganham vida nova no ambiente, que ainda conta com uma horta vertical. A autoria é de Laura Lage, Vinícius Polastri, Natália Brito, Tayse Brandão, Rayanne Morais e Sarah Brito.
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Um elemento chamou a atenção dos arquitetos desde a primeira visita ao local, antes mesmo da compra do imóvel, e ganhou importância já no primeiro esboço: “É impossível alguém entrar aqui e não grudar os olhos nesta vista estonteante. Mas, na outra fachada, o prédio tem lindos cobogós que ficavam escondidos”, explica Renata. Esse fator foi considerado no redesenho da moradia, que, praticamente sem paredes, passaria a contar com farta luz natural e ventilação cruzada.
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CASA COR ESPÍRITO SANTO – Hall de entrada. Junior Torezani e Victor Sarcinelli trabalharam o espaço com tonalidades de madeira, dourado e cinza – esta, presente no piso em placas de quartzito Victoria Falls e nos cobogós em concreto da artista Ana Paula Castro. O sofá com mesa lateral do designer Jader Almeida divide o espaço com duas poltronas Pantosh da Lattoog. Um grande cachepô e duas mesinhas de apoio em mármore Yellow-Bamboo foram projetados para completar a ambientação. As obras de arte são outro destaque, como a tela da artista Renata Egreja, acima das poltronas, e a arte de Raphael Bianco acima do sofá. Para finalizar, luminária Luxury Pure do designer alemão Ingo Maurer, fabricada com três velas revestidas com folhas de ouro.
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Sem bloquear luz e ventilação naturais, o trecho de cobogós (tijolarte) da fachada não expõe a cozinha (SCA) para a rua. Portas de correr envidraçadas (J&J Esquadrias) vedam o paredão vazado quando necessário. Projeto de Maurício Takahashi.
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Para esconder a área de serviço sem barrar a luz, a arquiteta Mariana Tassinari criou um painel de cogobós (1,40 x 1,20 m) de louça (Cerâmica martins, R$ 23 a peça) no mesmo tom da bancada de Silestone (3,35 x 1,35 x 0,02 m) da série Stellar (fornecido pela Ranieri Mármores, por cerca de R$ 7 790, sem instalação). Cuba de aço inox (Franke) e metais (Deca) completam o conjunto. O rebaixamento de gesso sobre a bancada camufa as linhas irregulares do teto original e esconde o duto da coifa (Exclusive Home).
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Elemento vazado: rendilhado de luz. A história do cobogó é um clássico da nossa construção. Foi criado no início do século 20 por três engenheiros pernambucanos inspirados pelas tramas vazadas mouras, os muxarabiês. Seu nome resulta da junção dos sobrenomes dos inventores: Coimbra, Boeckmann e Góis. De cimento, logo conquistou versões de louça, caso do modelo desenhado pela arquiteta Renata Pedrosa, do Sub Estúdio, e executado pela Elemento V. “Adoro essas peças para separar ambientes sem vedar a luz ou a ventilação. E elas ainda proporcionam certa privacidade, como neste banheiro integrado ao quarto”, diz Renata. Banheira da IDT.
(Arquitetura e ConstruçãoReprodução)
CASA COR ESPÍRITO SANTO 2014. Junior Torezani e Victor Sarcinelli trabalharam o espaço Hall de entrada com tonalidades de madeira, dourado e cinza – esta, presente no piso em placas de quartzito Victoria Falls e nos cobogós em concreto da artista Ana Paula Castro. O sofá com mesa lateral do designer Jader Almeida divide o espaço com duas poltronas Pantosh da Lattoog. Um grande cachepô e duas mesinhas de apoio em mármore Yellow-Bamboo foram projetados para completar a ambientação. As obras de arte são outro destaque, como a tela da artista Renata Egreja, acima das poltronas, e a arte de Raphael Bianco acima do sofá. Para finalizar, luminária Luxury Pure do designer alemão Ingo Maurer, fabricada com três velas revestidas com folhas de ouro.
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A trama da palhinha sempre atraiu o arquiteto Cícero Ferraz da Cruz, da Brasil Arquitetura, que decidiu transpô-la para o cobogó, unindo dois elementos bem brasileiros. Fabricadas pela Neo-Rex, as peças de cimento (39 x 39 x 7 cm) formam um painel de 5 x 6 m na Marcenaria Baraúna, em São Paulo.
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Casa Cor ES: em prol de luz e ventilação naturais, o arquiteto Victor Sarcinelli adotou cobogós no hall. As peças de concreto da designer Ana Paula Castro resultam num arranjo original. “A trama orgânica foge dos tradicionais geométricos”, diz Victor.
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Casa Cor Espírito Santo – Espaço da Noiva. A designer de interiores Ana Paula Brasil apostou em variações de cinza para proporcionar intimismo ao espaço, que recebeu um piso escuro em tinta epóxi. As paredes trazem detalhes como cobogós em cerâmica pintados.
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Sala Art Deco. Num espaço de 35 m², Cioli Stancioli projetou uma sala de estar inspirada no estilo Art Deco, do início do século XX. O preto é a cor predominante, envolvendo o biombo espelhado, ornamentos cromados, abajur em tartaruga, sofá em couro preto brilhante, buffet em carvalho com verniz brilhante, tapete com desenho geométrico do arquiteto e lustre italiano em aço e tecido tensionado. A ambientação traz os cobogós, símbolo da arquitetura modernista, que ganharam uma versão em cerâmica preta. O ambiente é arrematado por duas poltronas com forração em pied de coq, estampa que Coco Chanel trouxe para o universo feminino durante o Art Deco parisiense.
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Com a arquitetura inspirada nos anos 50, a Lanchonete da Cidade, em São Paulo, exibe um amplo painel (5,20 x 7,80 m) de cobogós na fachada. Para estruturar a composição, as arquitetas Carla Caffé e Carol Tonetti usaram armações de ferro nas juntas (5 cm) e pilares nas laterais. Estes cobogós, modelo Folha, podem ser encontrados na Cerâmica Martins.
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Aqui, os cobogós de cimento remetem aos anos 50 não só pela história da arquitetura, mas também pelo design dos blocos. Escolha da arquiteta Luciana Bicheri e a designer de interiores Graziela Garavati para criar uma divisória na sala sem fechar totalmente a ventilação. Para elas, é um uso coringa do cobogó. “Pode-se usar sempre que quiser dividir ambientes de forma moderna. Ou afastado de uma parede, por exemplo, iluminando por trás, criando efeito de luz e sombra.”
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Espaço Zen – Kety Costa e Edson Cardoso de Oliveira – A dupla lançou mão de tonalidades naturais, incluindo os tacos que compõem o piso, a meia parede, os cobogós e até mesmo os vasos. Plantas de diferentes alturas e formatos criam um clima envolvente e um visual repleto de movimento, cujo estilo rústico convida ao relaxamento.
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Loja Casa Cor. Dois elementos da arquitetura nordestina ganham destaque no projeto de Itatiene Garcia, Max Frota e Herbert Rocha: o muxarabi e o cobogó. Ambos são formas de proteção da fachada que deixam a luz entrar de forma peneirada e melhoram o conforto térmico e visual do ambiente. O mobiliário geométrico foi trabalhado com peças soltas e a estante em aço serve como local de exposição para produtos de artesanato. O assoalho é feito de madeira sintética reciclada.
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A Varanda criada pelas profissionais Daisy Gueiros Arantes e Sibila Antoniazzi é composta por elementos característicos dos anos 50, como o aço, o concreto e o cobogó (parede vazada que permite a passagem de luz e de ventilação). A lareira, o pergolado e o spa fazem da varanda um espaço multifuncional que segue a tendência de cores vibrantes, como fúcsia, roxo, verde, laranja, azul e amarelo. O sistema de automação controla as luzes e os cenários do ambiente.
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Praça Urbana – Germana Paz e Hellen Dalla destacam a água, o fogo e o painel de cobogós do artista Hilal Sami Hilal como destaques da proposta. “Eles incitam a contemplação e aumentam o tempo de permanência na praça”, afirmam. Os poucos revestimentos e materiais utilizados foram escolhidos pela sustentabilidade, como o banco de madeira e o piso em cimento, com um desenho que facilita a drenagem da água da chuva. A lareira é alimentada por um biofluido sem derivados de petróleo.
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Ideia do dono, o cobogó (Lajotelha) forma uma divisória vazada entre a sala e a escada da entrada. A solução traz cor ao ambiente e favorece a circulação de ar entre os espaços.
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As novidades no mercado quando o assunto é cobogó vão muito além dos “quadradinhos” de concreto, onde tudo começou. “Aos poucos foi ficando mais despojado e contemporâneo, ganhando cores da moda, novas texturas e materiais. O cobogó é uma criação brasileira e não deve sumir de nossa arquitetura”, defende a arquiteta Teresa Simões, de São Bernardo do Campo, em São Paulo. Neste projeto de varanda, ela investiu em um modelo sinuoso que garante privacidade ao mesmo tempo em que integra ambientes. “E com o projeto de iluminação conseguimos valorizar ainda mais o material”, conta Teresa. As peças de concreto pesam 12 kg cada e pedem travamento com pinos, para garantir estabilidade.
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Estes cobogós aqui fazem uma releitura da palha entrelaçada, aquela “palhinha” usada em cadeiras antigas. As peças de concreto foram pintadas de preto. Um toque de nostalgia que as arquitetas Andrea Ceconello e Juliana Corradi quiseram dar à divisão entre o jardim e a área de trabalho. Para a dupla, não há regras no uso de cobogós, mas é preciso bom senso para conseguir um visual harmonioso. “Ter equilíbrio na linguagem arquitetônica é fundamental.” Outro cuidado deve ser não usar a parede de cobogós como uma parede comum, pois os blocos vazados não têm a mesma resistência estrutural. “Não deve ser usados como base de apoio e sim como alvenaria de fechamento, sem função estrutural”, ressaltam as arquitetas.
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Além de cumprir a função de brise, controlando a entrada de vento e de luz, os cobogós podem atuar como divisórias. No lugar de um muro, a garagem desta casa foi “camuflada” pela divisória de concreto, escolha dos profissionais do escritório brasiliense Domo Arquitetos. Os blocos vazados foram mantidos em estado bruto e conversam com outros elementos modernistas do projeto, como vigas e pilares de concreto aparente. Neste caso, vale dar uma mão de impermeabilizante, para garantir a durabilidade dos blocos e facilitar a manutenção.
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A parede de cobogós não fazia parte do projeto original deste sobrado, erguido nos anos 60. Mas, na reforma, a arquiteta paulistana Maristela Faccioli fez questão de manter a linguagem modernista daquela época incorporando novos elementos. Um deles foram os blocos vazados que fecham a lavanderia para garantir ventilação e luminosidade naturais. Essa é a função original dos cobogós: fechar ambientes, mas mantendo a circulação de ar, a privacidade do interior e filtrando parte da radiação solar direta. Antes de fazer uma escolha como essa, a arquiteta recomenda analisar bem as necessidades do espaço, “afinal ventilação permanente nem sempre é uma vantagem”. E na hora da compra, ela lembra que é essencial adquirir peças de boa “cura” e ter cuidado no transporte, a fim de evitar que elas cheguem danificadas ao local da obra.
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Estar da Lareira – Flavia de Castro e Luciana Araújo Camargos – O elemento fogo ganha destaque com o predomínio do preto e do cinza. O porcelanato com aparência desgastada contracena com a parede de cobogós, cujo desenho é valorizado pela iluminação, embutida em recortes precisos no forro. Destaques: Bel Lar Acabamentos, Balcony Brasil, Coral / Varejão das Tintas, JH Gesso, Legado Casa, Ornattus Decorações, Tempori
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Atração deste hall em São Paulo, os elementos vazados de louça esmaltada (25 x 25 cm) garantem a privacidade do local. A arquiteta e paisagista Mônica Rio Verde elegeu o modelo Folha preto, da Cerâmica Martins (R$ 30 cada um). Móveis da Amazonia.
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Assentadas com argamassa de blocos de vidro no centro da parede, a opção Lua Amarela (25 x 25 cm, Cerâmica Martins), de louça, traz movimento e cor para esta sala. Cada uma vale R$ 44,56, na De Stijl. Ideia de Diego Bianchi e Nádia Lins, de Santo André, SP.
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A parede de cobogós (ou elementos vazados) com 75 cm de largura foi o que deu início ao projeto. São 11 fileiras, cada uma com três peças (22,5 x 8 x 16 cm). “Os blocos amarelos se contrapõem ao branco e ao cinza, trazendo alegria ao conjunto”, explica a arquiteta. A cortina de renda vivia fechada para preservar a privacidade. Não bastasse isso, a massa aparente sem os azulejos escurecia ainda mais o espaço. Depois da reforma, a persiana permite acertar as palhetas para bloquear os olhares, mas sem impedir a entrada de luz. As peças vazadas também são aliadas da claridade. O piso contínuo parece alongar visualmente área de serviço e cozinha. O porcelanato foi sobreposto à cerâmica original, reduzindo custos e tempo para retirá-la. “O recurso só é viável se o revestimento antigo estiver bem nivelado”, alerta Marina. Por um projeto como este, a profissional cobraria R$ 1.200.
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Sala. A antiga área de serviço da casa foi transformada pelas arquitetas Juliana Couri e Natacha Nascif. A parede de cobogó, por onde entram luz e ventilação naturais, ganha destaque no espaço onde tudo é vermelho – inclusive o teto. As obras de arte são de Amílcar de Castro e Frans Krajcberg.
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Os cobogós de concreto foram pintados de tinta acrílica (Suvinil, ref. açúcar cristal, a240). Cada peça custa R$ 12,60
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“Sempre gostei da transparência e do charme dos elementos vazados. É uma paixão antiga, vem de quando eu ainda era uma menininha e ficava admirando uma parede inteira de cobogós na casa da minha avó”, conta a arquiteta paulistana Juliana Sorolla Mancini. Foi com essa inspiração que ela projetou essa parede de cobogós de concreto fechando o corredor. Os blocos funcionam como caixilhos, que vedam o ambiente e permitem a passagem de luz. “Além de criar uma linda trama no piso ao final da tarde”, destaca a arquiteta. Na hora de optar por ter ou não esses elementos em casa, Juliana recomenda que estética e funcionalidade se complementem. “Não adianta só usá-lo porque é um elemento bonito, ele precisa cumprir seu papel funcional no projeto”.
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Casa Cor Brasília – Os cobogós, bloco vazado utilizado na arquitetura modernista brasileira, são as grandes estrelas da Fachada da Casa Cor Brasília em 2010. O modelo criado especialmente para a mostra é destacado através efeitos de luz que mudam de acordo com a hora do dia. À noite, a fachada adquire um visual impactante. Projeto dos arquitetos Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho e Matheus Seco.
(ReproduçãoCasa.com.br)
Quase transparente. Ao mesmo tempo que demarca o espaço, a divisória de cobogós permite entrada de luz e ventilação. Gravura da Mônica Filgueiras Galeria, luminária da Conceito:Firmacasa. Projeto de Marcela Madureira.
(Ana MelloCasa.com.br)
Neste lounge paulista, o desenho dos cobogós de cimento remete aos anos 50. As peças Nuance (40 x 40 cm, Solarium), eleitas pela arquiteta Luciana Bicheri e pela designer Graziela Garavati, receberam resina e seladora pretas. Por R$ 525 o m2, na Espaço Design ABC.
(ReproduçãoCasa.com.br)
Decidida a levantar o astral de sua sala, a pernambucana Ana Medeiros, do blog A Casa Que a Minha Vó Queria, começou criando a escultura de cobogós amarelos com a ajuda do marido, o designer de interiores Leonardo Climaco. Uma coisa puxa a outra e, logo, a moça sentiu que a parede implorava por um pouco de cor. Até pensou em usar um cinza discreto, mas pediu a opinião de seus leitores e acabou se decidindo por um tom bem mais vivo (Vila Flores, ref. 1177, da Iquine).
(ReproduçãoCasa.com.br)
Ícone da arquitetura modernista e invenção genuinamente brasileira, os cobogós, além de serem lindos, dividem ambientes sem bloquear a ventilação e a entrada de luz. No projeto, eles reforçam a privacidade na área do banho, na forma de uma divisória cheia de estilo. Para confeccioná-la, foram utilizadas 18 peças cerâmicas esmaltadas (25 x 25 cm) em uma combinação de tons pastel dispostos alternadamente. Repare no desenho que os blocos criam graças a seu singelo recorte. “A passagem parcial dos raios de sol resulta em um jogo de luz e sombra encantador”, considera a arquiteta Cristina Bozian.
A fachada que oculta a copa, a churrasqueira e a lavanderia é revestida de cobogós (blocos vazados de cimento, da Pré-Moldados Brasil), que favorecem a ventilação cruzada e barram os raios fortes da tarde, típicos da face noroeste. Por sugestão de Roberto, as peças (em diferentes padrões, compondo um belo rendilhado) foram reaproveitadas de uma obra desmontada pelos arquitetos e apenas receberam um banho de tinta.
(DivulgaçãoCasa.com.br)
Cozinha(Guilherme MorelliCasa.com.br)
O pergolado coberto é a chave do sucesso: chova ou faça sol, o casal curte a mesa externa com os amigos. Cobogós (elementos vazados) pintados de branco e uma grade com 80 cm de altura prolongam o muro lateral. De quebra, ajudam a ventilar a área. Plantada por Ana, a jabuticabeira já deu frutos. Para protegê-la, ergueu-se um canteiro com 60 cm de altura, feito de tijolos, que também serve de banco. Pergolado. Estrutura de eucalipto e policarbonato translúcido (3,30 x 2 m). Projeto Cobertura, R$ 4 mil.
(Marcos LimaCasa.com.br)
Destaques Restaurantes: Lá da Venda, da Casa de Arquitetura. Misto de loja e restaurante, com produtos artesanais e pratos inspirados na cozinha regional brasileira, este empório em São Paulo tem um ar bucólico. Materiais simples, como tijolo aparente, cobogós de diversos padrões e telas metálicas caracterizam o projeto de 250 m².