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Para trazer mais inovação ao mercado de loteamentos – que, inclusive, vem crescendo no Brasil – os empreendedores Maurício Carrer, Denis Cossia, Alexandre Hepner e Odilon Castriota criaram a InstaCasa.

Trata-se de uma construtech que permite potenciais compradores a visualização de diversas opções de projetos de arquitetura a serem implantados em cada lote do empreendimento, em função de suas características físicas e legais.

Se estabelecendo como o “decorado” dos loteamentos, desde 2017, a startup já ajudou mais de 15 loteadoras na fase de vendas, facilitando a tomada de decisão ao tangibilizar o sonho do potencial cliente.

Segundo Maurício Carrer, CEO da InstaCasa, a ideia é reduzir as incertezas quanto ao que pode ser construído, aumentando a percepção de valor no momento da compra com um projeto que satisfaça as necessidades do comprador.

É possível aplicar filtros na busca pelo projeto dos sonhos, como, por exemplo, o número de dormitórios, área construída e até estilo. “Já chegamos a desenvolver mais de 500 modelos diferentes para um único empreendimento. A ideia é que, independente da necessidade do comprador, ele ache o projeto ideal em nossa plataforma”, conta Maurício.

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Desta forma, a startup apresenta ao potencial comprador a sua casa dos sonhos. Usando diversas tecnologias – como realidade aumentada –, a tomada de decisão no momento da compra é mais assertiva.

“Nós conseguimos eliminar a percepção de que um lote é ruim em função de altas declividades, por exemplo, já que existem boas soluções arquitetônicas para qualquer tipo de lote”, explica o empreendedor, que também é arquiteto.

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No início de 2019, a InstaCasa começou atuar junto à estratégia de lançamento de diversos empreendimentos brasileiros e tem um piloto com a Alphaville Urbanismo, sendo escolhida para participar do Alpha Inova – programa da empresa que seleciona startups para modernizar seus processos.

Até o final deste ano, o sistema estará presente em mais de 35 empreendimentos espalhados por cinco estados do país, e espera dobrar este número até o final de 2020.

“O setor de loteamentos é bastante tradicional e pulverizado, não existem muitas iniciativas de inovação voltadas a este mercado. Por isso, queremos levar mais tecnologia e dinamizar os processos de venda e ocupação dos empreendimentos”, destaca Maurício.

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