Olá! Eu sou a Luciana Mallet, arquiteta e consultora para arquitetos, e vou dividir com vocês, quinzenalmente, no blog Como A Gente Mora, tópicos, dores e delícias, do mundo da arquitetura e do empreendedorismo do segmento. 

Ryan ‘O’ Niel/Unsplash

No começo é puro amor. Expectativas lá em cima, otimismo, planos, tudo do melhor, felicidade. Aí chegam os orçamentos, começa a obra e se descobre um pilar, um vazamento, um problema que custa caro resolver, e o que era sonho vira pesadelo. O amor desaparece e aí entra o que chamo de gráfico do amor e abandono.

Além dos perrengues naturais de obra, tem mais uma coisa que costuma acontecer, e ser problema nessa relação arquiteto-cliente. No início é tudo muito intenso. São várias reuniões, apresentação do escritório, de proposta, assinatura de contrato, reunião de briefing, levantamento, alinhamento de referências, aprovação de moodboard, aprovação de layout. Tudo com intervalo curto entre os encontros e muita carga emocional.

Aprovada essa primeira e intensa etapa, arquitetos voltam para o escritório e precisam produzir e precisam de tempo para isso. E aí toda aquela emoção se transforma em ansiedade pra quem quer ver tudo pronto. Claro.

O cliente estava acostumado com um ritmo e do nada esse ritmo cessa. Parece que foi abandonado ou que os arquitetos não estão trabalhando no seu projeto. Mas, muito pelo contrário, eles estão sim trabalhando firme. Uma parte mais racional do que emocional, com muita técnica e muitos testes que não chegam até o cliente.

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