Com a incerteza do futuro da pandemia e a necessidade de reduzir custos nas empresas, cresce em todos os setores do mercado a expectativa de o modelo de home office continue sendo adotado mesmo após o surgimento de uma vacina.

Antes, o que era visto como algo impraticável pela maioria dos gestores, agora se transformou em uma realidade. Segundo pesquisa realizada pela ISE Business School, 80% dos executivos de empresas nacionais aprovaram a experiência com o modo de trabalho em casa. Entretanto, a estrutura do escritório não é encontrada tão facilmente dentro do ambiente doméstico. Um dos primeiros cuidados deve ser com as condições da cadeira que se utiliza para o trabalho. Pois, nela passamos a maior parte do tempo.

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“O conforto é algo quase que intangível quando tenta-se materializá-lo, porém, o desconforto é muito latente quando o uso de um móvel inapropriado ocorre”, destaca Paulo Bonatelli, consultor técnico de produtos do FK Grupo. Para ele, a oferta de ajustes em uma cadeira de trabalho existe para que os aspectos ergonômicos sejam contemplados e minimizem o desconforto causado pelo longo período de uso. Veja alguns detalhes que devem ser levados em conta na hora de escolher o modelo.

Ajuste de Altura

Segundo Bonatelli, o móvel precisa se adequar às diferentes posturas em que nos colocamos ao longo do expediente. Por isso, é essencial que possa haver o devido ajuste da altura do assento em relação ao piso, um amortecedor a gás pressurizado ou outro sistema que permita o amortecimento.

Estrutura

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Além disso, acompanhar o movimento também é fundamental para uma cadeira que se proponha ao uso profissional. Seja com a utilização de rodízio de rodas duplas e de duplo giro ou apoio de braços reguláveis em altura e com materiais macios, que se somam à inclinação do encosto e o apoio cervical. “Tudo isso é pensado para que a pessoa tenha o melhor desempenho possível durante o trabalho, sentindo-se menos desconfortável”, afirma.

Conforto

Após algumas horas de uso, a qualidade dos materiais de construção e acabamento desses móveis também fazem toda a diferença. Um dos principais diferenciais está na utilização de uma espuma de alta densidade (acima de 45 kg/m3), que garante maciez superior para o conforto do assento.

Também é preciso ficar atento na escolha dos tecidos. Os tramados ao invés de laminados impermeáveis para revestimento dos estofados são melhores, pois permitem troca térmica com o ambiente. “Há também os encostos telados, que são uma ótima pedida para ampliar o conforto físico e térmico nas costas de quem usa a cadeira”, completa Bonatelli.

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Como a certificação de cadeiras de escritório ou de trabalho ainda é voluntária no Brasil, um produto que possua a qualidade atestada por algum órgão independente, mas reconhecido pelo Inmetro, possui resistência, durabilidade, estabilidade e aspectos de segurança necessários para o uso correto. Além da preocupação com a postura, existe também a questão estética, e para isso o mercado disponibiliza diversos modelos. Basta encontrar um que se encaixe nas suas necessidades de trabalho e com a sua casa.

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