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Conhecida por ser a mulher do artista Josef Albers, Anni Albers estava longe de ser uma figura arreatada e do lar. Ao contrário de muitas outras artistas mulheres da época e dos anos posteriores, Anni sempre foi reconhecida e ficou celebre pelas suas tapeçarias “pictóricas” e por colocar em xeque os limites entre arte, artesanato e indústria, ao lado de inúmeras outras artistas da Bauhaus.

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Albers, Anni (1899-1994): Pasture. 1958 New York Metropolitan Museum of Art *** Permission for usage must be provided in writing from Scala. (Foto:  )
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Ela foi uma das principais estudantes mulheres das radicais escola que influencia artistas, arquitetos e designers até hoje. Se matriculou na oficina tecelagem (única aula disponível para mulheres) e transformou as “telas” têxteis em seu maior objeto de estudo.  Mergulhou no mundo das cores inspirada e inspirando amigos e professores como Paul Klee, Wassily Kandinsky e o próprio marido – ela foi desencorajada a estura pintura, mas na Bauhaus todas as disciplinas dialogarem e a influência dos pigmentos foi potente. Com o fim da escola Alemã, o casal muda para a Carolina do Norte para lecionar na Black Mountain College.

Anni Albers Press View, Tate Modern, 24.10.2018 (Foto: ©Tate (Matt Greenwood) 2018)

 

A ambiciosa exposição mostra uma arte que dá prazer ao olho e à mente e ao toque (se fosse permitido tocar!). O rigor geométrico fica quase sensual pelas escolhas de paleta de cor e texturas que são quase comestíveis!

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Anni Albers Press View, Tate Modern, 24.10.2018 (Foto: ©Tate (Matt Greenwood) 2018)

 

“Ela desenhou nós e emaranhados, como versões enlouquecidas desses diagramas animados que ajudam pescadores e marinheiros a aprender a mecânica dos nós arcano (…) e tudo isso tão bom quanto qualquer arte abstrata!”, explicou Adrian Searle no The Guardian. De fato. Ela fez desenhos com as agulhas que são “tão poderosos como uma pintura”, como define a própria artista. E quando o espectador se move em torno de cada peça as vê transformando-se pelas diferentes captações de luz e variações na superfície. Seu trabalho é uma lição de cor e geometria e prova de que não há limites para o poder criativo.

1994-11-20 (Foto:  )

 

 

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Anni Albers Press View, Tate Modern, 24.10.2018 (Foto: ©Tate (Matt Greenwood) 2018)

 

 

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Serviço

Tate Modern, Londres

Até 27 de Janeiro 

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