Pinacoteca (Foto: Divulgação)

 

A busca incessante de algumas instituições e artistas por resgatar e valorizar as culturas indígenas acaba de ganhar um grande “impulso”. É que nesta sexta (8/11), a renomada casa de leilões inglesa Sotheby’s anunciou que o prêmio de U$ 250 mil (cerca de R$ 1 milhão), criado há três anos para reconhecer e apoiar o trabalho curatorial de “instituições inovadoras que se esforçam para inovar ao explorar áreas negligenciadas ou sub-representadas da história da arte”, foi destinado ao MASP e à Pinacoteca.



A primeira exposição é OPY, da Pinacoteca, que será aberta em julho do próximo ano, em parceria com a Casa do Povo e o Centro Cultural Kalipety. A mostra apresentará obras de artistas indígenas. Já a outra ganhadora é Histórias indigenas, do MASP, exposição que será inaugurada em outubro de 2021. Nesta segunda, uma grande abordagem sobre várias histórias indígenas do século 16 até os dias de hoje, com curadores indígenas e artistas. “A exposição [do MASP] promete ser um exame oficial do fenômeno da indigeneidade que se tornou um assunto premente de investigação nas artes visuais”, disse o jurado do prêmio Nicholas Serota, em um comunicado sobre a exposição do MASP.

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