Castelo da Cinderal (Foto: Reprodução)

 

 

 

 

 

 

Quando Walt Disney criou a Disney World , em Orlando, na Flórida, ele pensou em um empreendimento sustentável, mas, somente após 53 anos após sua morte em 1966 que seus planos começam, de fato, a virar realidade.

Embora a EPCOT (Comunidade Protótipo Experimental do Amanhã) atualmente produza sua própria comida e um parte da energia utilizada em seu funcionamento, está muito longe da visão original da Disney. Porém, a situação começa a tomar novo rumo.

Walt Disney (Foto: Reprodução)

 

 

 

 

 

 

A diretora de integração ambiental do Walt Disney World Resort, Angie Renner, revelou ao Environmental Defense Fund – instituição que aborda os desafios ambientais mais urgentes da atualidade, focando em questões que afetam pessoas em todo o mundo –, sobre as iniciativas do parque temático. “Hoje, estamos nos esforçando para alcançar três metas ambientais principais: desviar 60% de nossos resíduos dos aterros até 2020, reduzir as emissões líquidas em 50% (em relação aos níveis de 2012) até 2020 e reduzir o consumo de água em todos os setores”.

Uma das iniciativas já implantadas no parque é o uso de LEDs para reduzir o consumo energético. “Um dos meus projetos é o uso de LEDs em larga escala no Castelo de Cinderela. São 170 mil luzes LEDs acesas – o seu consumo é equivalente a cerca de quatro cafeteiras”, diz Angie, que também anunciou uma instalação solar de mais de mil metros quadrados nos arredores da propriedade, com energia suficiente para abastecer 10 mil casas por ano.

O complexo é mágico, mas por trás de todo o encantamento, há uma grande infraestrutra: são mais de 50 milões de visitantes por ano. E, quase tão grande quanto o número de visitantes, é o número de empregados dos parques: cerca de 60 mil pessoas entre as equipes que estão diretamente em contato com o público e nas áreas administrativas.

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