Maria Tyutina/Pexels/Catraca Livre

Não passa uma só estação sem que surja um “chá milagroso”. Hortelã, rooibos, hibisco, oolong, salsinha… todos têm ou já tiveram a sua vez de “queridinhos” do momento desde que o boldo da vovó saiu de cena. Muitos estudos têm mostrado que, sim, existe uma variedade de benefícios à saúde, mas vale não esquecer o sabor da infusão.

Dentro dessa diversidade de elementos, cabe escolher o momento certo do dia e qual é o objetivo. A ingestão dessas bebidas pode promover a saúde do corpo –devido a propriedades fitoterápicas–, a concentração e a atividade mental –pelas qualidades estimulantes– e também o bem-estar emocional –um copo quente em um dia chuvoso.

Que horas são?

Não há hora certa para tomar um chá –apesar de os ingleses insistirem no contrário. O importante é escolher a erva certa para aquele momento. Uma planta com cafeína vai cair bem pela manhã ou em ocasiões que requeiram concentração. Em compensação, algumas infusões podem ajudar a conseguir uma boa noite de sono.

Mundialmente famosos, os chás branco, verde e preto, todos da mesma planta, a Camelia sinensis, possuem o mesmo componente presente no café. A erva-mate, nativa da América do Sul, também. Essa substância comum faz delas bons estimulantes naturais, ideais para despertar e manter o foco em trabalhos complexos.

Após o anoitecer, porém, recomenda-se a busca por bebidas descafeinadas –se o seu objetivo for dormir, é claro. Tradicionalmente, é a camomila que pensamos quando a intenção é ter tranquilidade e desacelerar.

Os nutrientes dessa erva estão ligados a um efeito tranquilizante natural que trabalha para desacelerar a mente no fim de um dia agitado e proteger o estômago. Erva-cidreira costuma ser citada como calmante e contra o estresse. Na mesma toada, a passiflora ajuda a relaxar e combate a insônia.

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